Ali (no coração) repousas tranquilamente! Deixa-me submergir no Teu mar de alegria...

Ali (no coração) repousas tranquilamente! Deixa-me submergir no Teu  mar de alegria...

sábado, 18 de agosto de 2012




Os Macacos

Desde que Maharshi foi a Colina, esteve em  constante contato com os macacos, conseguiu compreendê-los pelos seus gestos e acompanhou a história de alguns deles. A intensa e sincera simpatia que o Sábio dedicava aos animais o habilitou a compreender seus sentimentos, suas atitudes e mesmo a sua fala. E constantemente Mahasrshi dizia que os macacos os consideravam como sendo de sua própria espécie, pois macacos costumam eliminar do seu grupo aqueles que  mantem contato com humanos, coisa que não acontecia em relação ao Maharshi.
Ramana costumava contar um caso em que os macacos  puderam demostrar sua gratidão.
Num dia muito quente, Bhagavan deixou o Asharm para fazer o circuíto da montanha em companhia de seus devotos. À uma hora da tarde, eles ainda estavam caminhando, cansados e com fome. Alguns macacos que os observavam subiram num pé de jambo, sacudiram-no fortemente e as frutas maduras caíram abundantemente no chão. Eles, os macacos se afastaram sem tocar numa só fruta. Maharshi e seus companheiros apanharam as frutas e verificaram que a gratidão pode ser encontrada também nos animais - pelo menos em se tratando de Maharshi.

domingo, 29 de julho de 2012




Ela é uma moça de poses delicadas, 
sorrisos discretos e olhar misterioso.
Ela tem uma sensibilidade de flor.
Ela tem um jeito encantado de ser, 
um toque de intuição e um tom de doçura.
Ela reflete lilás, um brilho de estrela, 
uma inquietude,uma solidão de artista 
e um ar sensato de cientista.
Ela é intensa e tem mania de sentir por completo,
de amar por completo e de ser por completo.
Dentro dela tem um coração bobo,
que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez.
Ela tem aquele gosto doce de menina romântica 
e aquele gosto cítrico de mulher moderna.

Caio Fernando Abreu