Sol ofuscante que inunda todo o universo com Teus raios, abre o Lótus do meu coração diante de Tua Luz, eu Te imploro, ó Arunachala! V.27
Ali (no coração) repousas tranquilamente! Deixa-me submergir no Teu mar de alegria...
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Num sono profundo despertei,
vi-me sem forma
e todas as formas eram só calor.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Pra que servem as correntes e coleiras na caminhada diária? Ornamentos esses utilizados até o momento que desperta a dor. Aprofundou-se nesta dor? Pronto eles não mais são necessários. Esses instrumentos foram úteis? Dê graças a eles! a presença deles elevou-te
Cumpriram suas funções. Agora saiba que foram inventados só para essa finalidade pra mais nada serve, dispa- se ... A nudez de seus pés é a verdadeira beleza da criação.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
De baixo de suas asas é meu abrigo meu lugar secreto só sua Graça me basta e sua presença é meu prazer... ♫♪ ☼
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
* Oscar Wilde *
domingo, 13 de novembro de 2011
"Não quero a terrível limitação de quem vive do que é possível fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada"